A desparasitação regular protege o seu animal — e a sua família — de parasitas que podem causar desde comichão até doenças graves. Mas com tantos produtos no mercado, é normal ter dúvidas. Explicamos o essencial.
Desparasitação interna
Protege contra parasitas intestinais (lombrigas, ténias, ancilostomas) e, em alguns produtos, contra o verme do coração (dirofilariose). Alguns destes parasitas podem passar para as pessoas, sobretudo crianças.
Frequência habitual:
- Cachorros e gatinhos: a cada 2 semanas até aos 2–3 meses, depois mensalmente até aos 6 meses.
- Adultos: em geral a cada 3 meses, ou com mais frequência se o animal caça, come restos ou convive com crianças pequenas.
Desparasitação externa
Protege contra pulgas, carraças, mosquitos e flebótomos. Estes parasitas causam comichão e alergias, mas também transmitem doenças como a leishmaniose, a babesiose e a erliquiose.
Formatos disponíveis:
- Pipetas aplicadas na pele
- Coleiras de longa duração
- Comprimidos mastigáveis
A escolha depende do estilo de vida do animal, do risco na zona onde vive e da facilidade de administração.
Erros comuns a evitar
- Usar produtos para cães em gatos. Alguns produtos para cães são tóxicos para gatos — nunca os troque.
- Desparasitar só no verão. Pulgas e carraças podem estar ativas também fora do verão.
- Calcular mal o peso. A dose depende do peso; pese o animal antes.
- Esquecer os animais que não saem de casa. Pulgas e ovos de parasitas também entram em casa.
Como saber se o meu animal tem parasitas?
Sinais comuns: comichão, pontos pretos no pelo (fezes de pulga), vómitos ou diarreia, perda de peso, barriga inchada em cachorros, ou “grãos de arroz” à volta do ânus (ténias).
Plano de desparasitação em Torres Vedras
Se tem dúvidas sobre a desparasitação do seu animal, fale connosco. Fale connosco ou ligue 964 244 177.
Este artigo tem caráter meramente informativo e não substitui a observação por um médico veterinário. Cada animal é diferente: em caso de dúvida ou de sintomas, contacte a clínica.
